sexta-feira, 6 de julho de 2012

O "Polvo Gigante" segundo Júlio Verne


“Olhei também e não consegui reprimir um movimento de repulsa. Diante dos meus olhos, agitava-se um monstro horrível, digno de figurar nas lendas teratológicas. Era um calamar de dimensões colossais, com oito metro de comprimento. Avançava às arrecuas com extrema velocidade em direcção ao Nautillus, que fixava com os seus enormes olhos verde-mar. Os seus oito braços, ou antes, os seus oito pés, implantados na cabeça, que valeram a estes animais o nome de cefalópodes, tinham um desenvolvimento duplo do corpo e contorciam-se como a cabeleira das Fúrias. Viam-se distintamente as duzentas e cinquenta ventosas dispostas na face interna dos tentáculos, sob a forma de cápsulas semiesféricas. Por vezes, as ventosas colavam-se ao vidro do painel. A boca do monstro, um bico córneo semelhante ao bico de um papagaio, abria-se e fechava-se verticalmente. A língua, substância córnea, armada com varias fiadas de dentes agudos, saía trémula daquela verdadeira guilhotina. Que fantasia da natureza! Um molusco com bico de ave! O corpo, fusiforme e bojudo no meio, formava uma massa carnuda que devia pesar vinte a vinte e cinco mil quilos.”


20.000 Léguas Submarinas, by Júlio Verne, adaptado


Por que existem tantas versões do Pé Grande?


Os EUA não são o única país com lendas de um grande macaco bípede rondando florestas misteriosas. Rússia, Austrália, Tibete e Canadá são apenas alguns dos países que têm suas próprias histórias e lendas sobre o Pé Grande.

Na Austrália, os aborígines contam histórias sobre um macaco hominídeo conhecido localmente como o Yowie. Na Rússia há contos do Yeti (ou Alma), que vive nos desertos frios da Sibéria, semelhante ao Yeti que é dito a viver nas montanhas do Himalaia.

Há realmente várias espécies diferentes de Pé Grande desconhecidos em várias partes do mundo? Se não, então como é que esses mitos se propagam tão longe e onde eles se originam?

Mais de um quarto dos americanos acreditam em Bigfoot. Eles afirmam que este macaco lendário seria um "parente perdido há muito tempo" dos humanos, no qual procura se manter escondido em áreas remotas da floresta.

Embora possa parecer estranho pensar que um mamífero de 7 metros de altura poderia passar despercebido por tanto tempo, a ideia é geralmente generalizada.

Embora ninguém saiba ao certo como as várias lendas se iniciaram, elas parecem ter surgido de forma independente em cada cultura ao invés de serem transmitida por viajantes ou por meio do comércio, disse Benjamin Radford, editor adjunto da revista Skeptical Inquirer e autor de três livros sobre mitos e mistérios.

A maioria dos mitos remontam muito mais do que os anos 1950, quando o explorador Eric Shipton fotografou o que ele considerou ser pegadas do "abominável homem das neves" no Monte Everest.

"Enquanto o famoso abominável homem das neves apresentava fotografias da neve … essa duvida levou o interesse a nível mundial sobre criatura, que não chegou a criar o animal, mas sim pela primeira vez oferecia evidências, uma tentadora proposta para explicar as lenda regionais", disse Radford.

Mas a existência de tantos mitos de "homens selvagens" não necessariamente contam como evidências de que realmente temos primos selvagens lá na floresta. Em vez disso, os mitos podem se derivar do mesmo aspecto da psique humana: o desejo e fascinação com um “outro”.

"A ideia de um selvagem, homem como criatura, co-existindo com nós, está além da nossa compreensão e é fortemente enraizada nas mitologias." disse Radford.

fonte: Arquivo UFO

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Governo 'esclarece' a inexistência de sereias ou zombies



Não existem sereias ou zombies, afirma em comunicado o National Ocean Service, (NOS) órgão subordinado ao governo norte-americano.As autoridades sentiram necessidade de responder às dúvidas de muitos habitantes sobre as criaturas e possíveis ataques.

"As sereias (meio mulher, meio peixe) são criaturas marítimas lendárias. Não há evidência da existência de um humanóide aquático", diz o comunicado emitido esta semana.

A organização tinha recebido várias cartas de cidadãos sobre a existência potencial das criaturas mitológicas após o lançamento, em maio, do documentário "Sereias: o corpo foi encontrado" da televisão série Animal Planet do Discovery Channel.

O texto do NOS assume que foi escrito a partir de fontes disponíveis publicamente. "Não temos um programa científico sobre sereias", afirmou o porta-voz da organização Carol Kavanagh à BBC.

O comunicado foi publicado um mês depois de o Centro Federal de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) declarar que não havia nenhuma evidência concreta de que existam zombies. "O CDC não tem conhecimento da existência de nenhum vírus ou doença que ressuscite mortos", escreveu o porta-voz da instituição num e-mail enviado ao jornal Huffington Post, durante uma série de ataques canibais nos Estados Unidos que ocorreram nos últimos meses e suscitaram antigos temores populares.

Nos últimos anos, o CDC publicou várias brincadeiras de advertências para um "apocalipse zombie", e aconselhou as pessoas a armazenar comida e água em caso de um ataque. Mas a agência sentiu que precisava de tomar uma posição séria sobre o assunto em maio, quando Rudy Eugene mastigou parte da face de um sem abrigo em Miami.


CRIPTOZOOLOGIA - Bigfoot - Mothman - Nessy - Animales Bizarros




Nova busca pelo Ye(h)ren na China


Uma nova caçada pelo Yeti chinês, o "homem selvagem" que vive nas florestas escuras do centro da província de Hubei, está prestes a começar.

Durante séculos, os moradores que vivem ao redor da floresta Shennongjia na China central, província de Hubei, uma reserva proibida de 1700 km quadrados de altas montanhas e florestas profundas, acreditam que o homem selvagem, ou Yeren, vive entre eles.

Com mais de um metro e oitenta de altura e coberto de pêlos cinza escuro, esta encarnação chinesa do Bigfoot foi vista centenas de vezes.

Improváveis, pelo menos para os padrões de tamanho chineses, 12 pegadas foram registadas; longos fios grossos de cabelo foram testados por cientistas, que proclamaram que não pertence a nenhuma das criaturas conhecidas dentro da reserva. Mas ninguém jamais provou sua existência.

Este fim de semana no entanto, uma nova equipa de 38 investigadores de diversas universidades chinesas e institutos de pesquisa irão se espalhar por toda a reserva de Shennongjia numa expedição para catalogar o ecossistema único da região.

A viagem continuará ao longo do mês de agosto, e os investigadores vão recolher dados sobre os mais de 1000 tipos diferentes de animais que vivem em Shennongjia, incluindo o macaco de ouro de nariz arrebitado e um urso de pêlo branco que só é encontrado na reserva.

Se os investigadores conseguirem encontrar provas concretas do homem selvagem, eles vão ter sucesso onde duas grandes expedições anteriores, uma em 1974/1981 e uma em 2010, fracassaram.

"Eu simplesmente quero colocar um fim ao argumento de que ele existe", disse Wang Shancai, do Instituto de Arqueologia e Relíquias em Hubei, quando partiu em 2010.

Em 2005, Zhang Jiahong, um pastor de Muyu, perto da floresta, disse a mídia estatal chinesa que tinha visto duas das criaturas, com "caras peludas, olhos como buracos negros, narizes proeminentes e cabelos desgrenhados, com rostos que lembravam tanto um homem como um macaco.

Outro explorador, Zhang Jinxing, passou anos vivendo como um eremita na floresta Shennongjia, e disse ter visto pegadas em 19 ocasiões, sem jamais encontrar o animal.

No entanto, Zhou Guoxing, um ex-diretor do Museu de História Natural de Pequim e um paleontólogo, olha com escárnio a ideia de que pode haver um Bigfoot chinês.

"Não há homem selvagem neste mundo", disse ele, no início deste ano. "Eu visitei todos os lugares onde o homem selvagem foi relatado na China. "Eu estudei tudo relacionado ao homem selvagem, incluindo o cabelo, crânios e amostras. Todos eles são cabelos humanos tingidos ou provêem de macacos e ursos."

Ele afirmou que o governo local em Hubei está simplesmente tentando arrecadar com o turismo. E de facto a Reserva Natural Shennongjia assinou recentemente acordos com Pequim para ajudar a promover as viagens organizadas para a área de amantes da natureza e caçadores de yeti.

O nome da reserva natural vem do Imperador Shennong e da palavra jia, que significa escada. Dizem que o imperador usava escadas para subir nas montanhas da área, e posteriormente, transformou-a numa floresta luxuriante.


Exploradores embarcam em busca do Mokele-mbembe


Acredita-se que este criptídeo vive nos rios da selva do Congo na África. Agora, uma equipa de exploradores prepara-se para descobrir de uma vez por todas se o monstro africano é facto ou ficção.

A equipa de caçadores de dinossauros chegou à capital do Congo, Brazzaville, na terça-feira com uma variedade de armas de fogo para proteção.

"Seria totalmente desaconselhável viajar para onde estamos indo, sem armas", disse o porta-voz do grupo Joe Marrero, 28 anos.

"Pretendemos ficar na selva por três meses em busca do mokele e de outras espécies novas".

Ele e outros dois - o líder da expedição, o biólogo Stephen McCullah, 21, e Sam Newton, 22, todos dos EUA - começam a pesquisa no próximo mês.

Mais de 80 por cento do Congo permanece inexplorado, de acordo com dados recentes do governo.

fonte: Metro

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Investigadores unem-se para desvendar mistério do 'pé-grande'


Voluntário de museu em Willow Creek, na Califórnia (EUA), segura molde gesso representando uma pegada do 'pé-grande'. (Foto: Rich Pedroncelli/AP)

Criatura mítica também é conhecida como 'Yeti'. Investigadores planeiam realizar testes genéticos em pelos. Investigadores europeus uniram-se na tentativa de desvendar o mistério do “pé-grande”.

Investigadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, e do museu de zoologia de Lausanne, na Suíça, além de aficionados sobre a história da criatura, decidiram no mês passado partilhar amostras que poderiam elucidar a existência do "pé-grande", também conhecido como "Yeti" e "abominável homem das neves".

Os investigadores planeiam concentrar-se em amostras de pelos, com a realização de testes genéticos em alguns fios.

fonte: G1

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Arqueólogos continuam procurando o yeti


As pegadas do Homem das Neves foram encontradas no sul da região de Kemerovo, na Sibéria. A fim de  procurar o yeti, desloca-se um grupo de hominólogos italianos para a zona de Gornaya Shoria (assim se chama a localidade).

Compete-lhes encontrar-se com as testemunhas oculares, ou seja, com as pessoas que viram as criaturas enigmáticas, devendo ainda visitar os locais onde estas deixam sinais da sua presença: a grota Azasskaia e o monte Karatag. 

Na citada acima Gornaya Shoria, as pegadas de grande dimensão - até 45 cm – são encontradas periodicamente, tendo o yeti passado à categoria de um brand turístico regional.

Desde o ano passado, é aí que se promove uma festa – o Dia do Homem das Neves que, por sinal, assinala o início da temporada de esqui alpino. As lembranças com imagens do yeti estão à venda nas lojas e nos centros comerciais.

Em outubro do ano passado, a grota Azasskaya foi visitada por uma expedição internacional. Os cientistas dos EUA, Canadá, Suécia, Estónia e Rússia não conseguiram encontrar o yeti, mas descobriram uma pegada de grandes proporções à qual se colaram fragmentos do pêlo com lama de um pé da criatura mítica. Os pêlos ondulados cinzentos e mais escuros na parte inferior têm um comprimento de 8 cm.

Em São Petersburgo, no Instituto Zoológico da Academia Nacional de Ciências, o achado foi submetido ao meticuloso exame mediante microscópio electrónico.

A análise efetuada veio confirmar que o yeti de Kuzbass siberiano não é uma criatura mítica, sendo a sua pelagem idêntica à dos homens de neve descobertos há dezenas de anos na Califórnia, na região de Leningrado e nos Urais, refere Valentin Sapunov, da Academia das Ciências de Nova Iorque, participante da expedição.

"A semelhança é mais do que evidente. Claro que naqueles sítios pode ter havido alguma confusão nas buscas e conclusões. Mas não se confundir coisas quando se trabalha na mesma área de investigações e quando os resultados das pesquisas demonstram os resultados idênticos."

As provas realizadas até hoje aparentam a semelhança morfológica entre os pêlos, o que leva a pensar que os yetis de várias zonas são indivíduos da mesma espécie. Todavia, pôr um ponto final nas discussões travadas a esse respeito poderá apenas a impressão genética.

Os cientistas do Instituto Zoológico procuram efetuá-la com base na pelagem do yeti siberiano. Como se sabe, foram mal sucedidas as tentativas anteriores de fazer tal análise no caso dos homens de neve detectados na região de São Petersburgo e nos montes Urais.

Lembre-se que naquela altura os círculos científicos puseram em causa os resultados da impressão genética feita ao big-foot californiano. Foi então que os especialistas norte-americanos concluíram que a impressão genética do yeti era igual à do ser humano normal.

No entanto, a situação começa a mudar. O ilustre professor catedrático Brian Sax, da Universidade de Oxford, insiste em que seja levada a cabo uma pesquisa objetiva sobre o assunto.

Utilizando tecnologias avançadas, pretende tirar conclusões com base em determinados factos e materiais disponíveis. Na fase inicial, Sax quer experimentar com os presumíveis restos mortais do yeti que se encontram no Museu Zoológico de Lausana.

No site oficial do museu foi formulado um convite a todos os interessados no sentido de oferecerem para a respectiva análise os restos mortais dos enigmáticos yeti das suas coleções privadas. Para já, não se sabe qual será uma reação a tal apelo de cientistas russos. Enquanto isso, Brian Sax planeja dar a conhecer resultados da sua pesquisa já em dezembro.


quinta-feira, 7 de junho de 2012

Animal Planet diz ter capturado som do Yowie na Austrália


A equipa do programa Finding Bigfoot: Cliff Barackman, James 'Bobo' Fay, Ranae Holland e Matt Moneymaker. Foto: Courier Mail

Uma equipa do programa ‘Finding Bigfoot’, do Animal Planet, diz ter capturado o áudio de um Yowie na Austrália. 

A equipa havia realizado uma expedição nas florestas de Queensland e New South Wales, em busca do hominídeo bípede que é conhecido localmente como o Yowie. 


O investigador James Fay afirma que gravações de áudio capturados durante as suas viagens na região são alguns dos mais convincentes mas que será necessário esperar até que o episódio vá ao ar antes de poder ser revelado. 

"Temos um áudio realmente convincente", disse. "Não é uma espécie conhecida, eu posso te dizer isso. Acredito que nada mais poderia ter sido além do Yowie".

fonte: Herald Sun via Arquivo UFO

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Estudantes filmam suposto Pé Grande em floresta de Idaho, EUA


Um filme publicado na internet mostra uma figura grande e escura na floresta e foi registada pelos alunos num projeto da escola. 

Os alunos estavam numa viagem de campo no condado de Franklin, quando relataram ter visto um vulto escuro observá-los de um cume próximo. 


"Ele simplesmente não parece humano", disse um do grupo. "Eu não sei o que é isso, não é um urso, não é um alce ou nada. Era grande e volumoso e preto”.


Felizmente alguém tinha trazido uma câmera de filmar e foi capaz de gravar imagens do incidente, os alunos também subiram no cume e fotografaram pegadas grandes no mesmo local.

fonte: Daily Mail via Arquivo UFO

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