domingo, 18 de março de 2012

O monstro marinho da Flórida (EUA)


Ele tem uma cabeça grande e nada similar a outros mamíferos, nadadeiras com garras e uma cauda em formato de tridente, este seria o monstro do mar da Flórida, com avistamentos que remontam desde 1800.

Há, aparentemente, mais do que um vivendo actualmente, e têm o potencial para mover-se rapidamente com uma grande quantidade de energia. Horas de vídeo filmados por um video amador chamado Sowerwine mostra pedaços da criatura.

Um programa americano, MonsterQuest, exibido no Brasil pelo canal History HD, foi a Flórida para investigar o suposto monstro marinho, mas o lago estava cheio de sedimento, e os mergulhadores não podiam ver o que estava a frente.

Eles, no entanto, utilizaram um sonar móvel que revelou algo com cerca de 4 metros de comprimento se movendo rapidamente, embora as condições da água turvas tenham tornado impossível para encontrar o animal.

Um especialista acredita que a criatura é um peixe-boi, embora o focinho do animal seja mais magro e seu olho e estrutura cabeça pareçam ser diferente. Outros acham que o animal possa ser uma foca-monge, um raça que parecia ter sido extinta.

fonte: Arquivo UFO

terça-feira, 6 de março de 2012

Mais de 120 pegadas de Pé Grande são encontradas no Oregon, EUA


Em 12 de fevereiro de 2012 um conjunto de impressões de pegadas, possíveis do Pé Grande, foram encontradas ao sul de Eugene, Oregon, numa pequena cidade chamada London (sem personalidade jurídica).

Mais de 120 trilhas de pegadas foram encontradas e registadas num substrato de argila misturada com um material perfeito para capturar e gravar pegadas.

Entre as primeiras medições foi constatada que cada pegada apresenta um formato de pé com um diâmetro que vai de 38 a 40 centímetros.

Por enquanto não há qualquer informação especial sobre a origem dessas pegadas. Investigadores locais esperam determinar o tamanho da criatura baseado no tamanho dos pês e comprimento do passo.

fonte: Arquivo UFO

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Mothman, a lenda do Homem-Mariposa


Ele tinha entre 1.50 a 2.10m de altura, corpo avantajado, de cor cinza ou castanha, asas grandes recolhidas nas costas, pernas humanóides e olhos hipnotizantes. O maior estudioso do episódio Mothman (Homem-Mariposa), John A. Keel, escreveu que no mínimo 100 pessoas viram esta criatura nos anos de 1966 e 1967.

O Homem-Mariposa andava de uma maneira arrastada e manco e emitia um som esganiçado. Sua cabeça, de tão pequena, parecia enterrada no tronco. Tinha olhos grandes, vermelhos e cintilantes. As asas pareciam de morcego, mas não batiam quando ela voava: "…subia direto para cima, como um helicóptero, e emitia um zumbido mecânico durante o sobrevôo…"

Depois de 1967, só houve mais um relato do Mothman, em outubro de 1974, em Elma, Nova Iorque. Mas Keel descobriu uma mulher de West Virginia que dizia tê-lo visto à noite numa estrada, em 1961, na Área de Caça de Chief Cornstalk, no rio Ohio. Ela contou a Keel que a "criatura era muito maior que um homem. Uma figura grande e cinza. Estava no meio da estrada. Aí, ela abriu as asas e praticamente tomou toda a estrada. Parecia um avião pequeno. Depois descolou direto para cima…e desapareceu de vista em questão de segundos".

O Homem-Mariposa na Inglaterra

A única aparição do Homem-Mariposa fora de Ohio e West Virginia ocorreu na Inglaterra em 16 de novembro de 1963, quando quatro jovens disseram ter visto uma ‘estrela’ subir no céu da noite e sumir atrás das árvores perto de Sandlin Park, Kent. Com medo, fugiram, mas logo pararam para ver uma luz dourada e oval que sobrevoava um campo a 80 m de distância. Este ‘OVNI’ dirigiu-se ao mesmo local que a dita ‘estrela’.

De repente, as testemunhas viram uma forma escura caminhando trôpega em direção a elas, vinda do outro lado do campo. Era preta, de tamanho humano, sem cabeça e com asas que pareciam de morcego. Diante das circunstâncias, os quatro preferiram fugir. 

Outras pessoas viram OVNI semelhante nas noites que se seguiram. No dia 23, dois homens que foram ao local investigar, encontraram um "grande trecho de samambaias amassadas". Dizem ter visto também duas pegadas enormes, de 60 cm de comprimento e 22,5 cm de largura, calcadas no chão com 2,5 cm de profundidade.

fonte: Arquivo UFO

sábado, 31 de dezembro de 2011

Pé Grande é avistado na Virgínia Ocidental


Durante décadas, a sua existência tem sido debatida e investigações minuciosas nunca encontraram evidências conclusivas, mas duas mulheres, moradoras de Tipp City, alegaram ter a resposta definitiva à medida que afirmam ter visto o Pé Grande.

Terri Bessler e Crystal Krieger estavam dirigindo através da Virginia Ocidental, quando avistaram a lendária figura gigante. Subia uma rampa de camião, fora da rodovia, para as montanhas arborizadas.

"Era enorme, não há nenhuma maneira de que seja uma pessoa", disse Bessler. A figura era uma sombra preta sólida, e não mostrou qualquer definição de linhas de roupas. Krieger está de acordo que o Pé Grande foi visto. "Se fosse uma pessoa real, seria a maior pessoa do mundo. E onde ele estaria indo? Não há nada lá em cima, somente a mata ", disse ela.

Infelizmente, Bessler não conseguiu dominar sua ansiedade o suficiente para obter uma imagem. Ela até tentou tirar uma foto usando seu telefone mas a distância de visualização não facilitou o trabalho. 

fonte: Tippecanoe Gazette

domingo, 30 de outubro de 2011

Caçadores de monstros

Arriscando suas carreiras, investigadores sérios procuram criaturas extintas e até lendárias. Conheça o estranho mundo da criptozoologia.

Cheira muito mal. Anda em 4 ou duas patas — de pé, chega a dois metros de altura. Seu corpo é coberto de pelos avermelhados; seus braços têm garras enormes e afiadas. As dezenas de pessoas que dizem ter visto o mostro dizem que é um animal selvagem, com um urro assustador. Para elas, a criatura é o Mapinguari, protagonista de lendas amazónicas. Conhecido como o guardião da floresta, nunca foi capturado ou fotografado, mas atraiu o interesse de um cientista de renome. “Muita gente me disse ter visto o diabo em carne e osso”, afirma o americano David Oren. Ele estudou aves da Amazónia de 1977 a 2001, mas desde 1993 também estava há procura o Mapinguari. Os colegas caíram em cima do biólogo formado em Yale com mestrado e doutorado em Harvard. “Certamente arrisquei a minha reputação”, diz o investigador. Mas ele não está sozinho. 

Oren faz parte da legião de criptozoólogos, cientistas que procuram criaturas lendárias, dadas como extintas, ou vistas por poucas pessoas. Embora atraia gente séria, conte com associações e tenha tido sucesso em descobrir alguns animais, a criptozoologia também é cultuada por amadores, gente que procurara do chupacabra ao monstro do Lago Ness. Por conta disso, Oren e outros investigadores acabam vítimas de bullying científico pela comunidade académica.


MAPINGUARI, floresta amazónica
Altura: 2 metros
Lenda: mito indígena, pode estar relacionado com preguiça gigante extinta há 10 mil anos
Evidências: relatos de 80 pessoas e pegadas


Nada que os detenha, claro. O primeiro contacto de Oren com a história do Mapinguari foi no Acre. “Achava que era uma lenda até visitar a região”, diz. Depois de ouvir pessoas que descreviam os filhotes da criatura, seus hábitos e até o aspecto das fezes, decidiu investigar o assunto. De 1993 a 2001, foram 80 entrevistas com quem supostamente vira o animal e 7 com gente que jurava ter matado um — mas não guardara nenhuma evidência. Nesse período, ele procurou a criatura em 5 expedições patrocinadas pela Fundação Grupo Boticário (isso, d'O Boticário), quando recolheu moldes de pegadas e amostras de fezes... de antas, como descobriu mais tarde. 

Mesmo sem ter conseguido uma prova, Oren defende que a lenda indígena se baseia numa criatura que realmente existiu, a preguiça gigante. O animal, que tinha 3 metros de altura (o Mapinguari teria dois), vivia na América Central e América do Sul, mas está extinto há 10 mil anos. “Nunca afirmei que ele está vivo. Mas acho que a lenda tem uma base real.” 

TIGRE-DA-TASMÂNIA, Austrália
Comprimento: de 1 a 1,3 m
Última vez que foi visto: 1936
Evidências: fotos e vídeo de baixa qualidade

A VOLTA DOS QUE NÃO FORAM 

Caçar animais extintos nem sempre é uma tarefa inglória. Um terço dos 187 mamíferos dados como varridos do planeta desde 1500 foram encontrados vivos novamente, mostra pesquisa de 2010 da Universidade de Queensland, na Austrália. Nesse ano, por exemplo, o sapo arco-íris, visto pela última vez em 1924, foi reencontrado na Indonésia. O lagarto gigante de La Gomera, considerado extinto há 5 séculos, foi redescoberto nas Ilhas Canárias em 2000. Outros exemplos clássicos são a descoberta de um exemplar do peixe pré-histórico Celacanto (o último fóssil era de 65 milhões de anos atrás) em 1938 e do cavalo Cáspio, reencontrado no Irão em 1965, quando seus últimos relatos datavam de 700 a.C. Segundo a pesquisa de Queensland, no entanto, o redescobrimento de animais desaparecidos há muito tempo é o mais raro. Na maioria das vezes, os reencontrados são aqueles com extinção oficializada recentemente. O problema, para os australianos, é que os criptozoólogos tendem a se focar nos animais “carismáticos” e não naqueles mais fáceis de serem descobertos novamente. 

É o que acontece com o tigre-da-tasmânia, que teve seu fim decretado em 1936, mas continua sendo objecto de expedições sem resultado. Muitas delas organizadas pelo australiano Murray McAllister, que procura sinais de vida do marsupial carnívoro há 12 anos. O professor de educação física já gastou R$ 82 mil do próprio bolso para organizar as caçadas e passa feriados instalando câmeras e armadilhas caseiras na esperança de apanhar o animal. McAllister alega ter visto o animal, que parece uma raposa, mais de 20 vezes, mas não tem uma foto decente para mostrar. “Há 7 anos eu quase capturei um. Eu sei que ele vive, e fui colocado neste planeta para provar isso.” 


CADBOROSAURUS, Canadá e EUA
Lenda: Mito de índios da América do Norte
Comprimento: 10 m (só cabeça e pescoço têm 2 m)
Evidências: carcaça encontrada em 1937 que desapareceu e vídeos inconclusivos

HISTÓRIA DE PESCADOR
Outro que dificilmente será encontrado é o Cadborosaurus, uma serpente marinha com 10 metros de comprimento e cabeça num formato semelhante à de um camelo. O oceanógrafo canadense Paul LeBlond procura por ele há 40 anos. “Para mim, é um hobby, um entretenimento”, diz. Assim como o Mapinguari, a criatura está em mitos nativos, e foi descrita por colonizadores europeus do Oeste Canadense. “Eu gostaria de provar que o Caddy existe”, diz, usando um apelido carinhoso. “Mas não tenho como. Há somente fotos, desenhos e relatos de testemunhas.” Até hoje, a melhor pista sobre o animal é uma fotografia de 1937. A imagem mostra a carcaça do que parece ser uma serpente marinha, retirada do estômago de uma baleia, mas ninguém sabe que fim a tal ossada misteriosa levou. 

Em 1989, LeBlond fundou o Clube Científico de Criptozoologia da Colúmbia Britânica (uma província canadiana) que reúne interessados em animais misteriosos da região. Cientista reformado, ele não se importa com o estigma. “A era da descoberta ainda não acabou”, diz. Nesse ponto ele tem razão. Uma única expedição de cientistas às Filipinas, neste ano, encontrou 300 novos exemplares de animais, de tubarão a caranguejo. No caso dos “monstros do mar”, só nos últimos 20 anos, 8 espécies com mais de dois metros de comprimento foram descobertas, de acordo com o britânico Charles Paxton, ecologista marinho e estatístico da Universidade de St. Andrews, na Escócia. Um exemplo recente é a lula-gigante, que pode atingir até 18 metros de comprimento e tem olhos do tamanho de uma cabeça humana. Em 2006, um grupo de japoneses capturou um exemplar vivo do animal, que pode ter dado origem à lenda escandinava do Kraken, que destruía barcos com seus tentáculos.


PÉ GRANDE, EUA e Canadá
Altura: 2,5 m a 3 m
Tamanho do pé: 42 cm (calçaria 64)
Evidências: pegadas com formato inusitado e polémico vídeo de 1967

ASSUNTO CABELUDO 

Assim como o Mapinguari ou o Cadborosaurus, a ciência não reconhecia o gorila-das-montanhas até 1902, quando dois foram mortos em Ruanda, na África. Isso não é um exemplo isolado. Cerca de 70 espécies de primatas foram nomeadas ou descobertas só nas últimas duas décadas. Essas histórias animam cientistas conceituados, como Jeffrey Meldrum, a se envolver com um tema para lá de controverso: o Pé Grande. Meldrum é professor de anatomia e antropologia da Universidade Idaho State, nos EUA, e especialista na evolução e biomecânica das pegadas de hominídeos. Entre um estudo e outro, há 15 anos ele procura o suposto primata de 3 metros que habitaria florestas americanas e canadianas. Em seu laboratório, Meldrum guarda mais de 200 moldes de pegadas que supostamente pertencem à criatura, mas ainda não tem provas conclusivas. “Sou o primeiro a admitir: o reconhecimento oficial de um animal requer uma evidência física. Mas também acho que outras evidências não devem ser descartadas como ‘pseudociência’ até que um corpo seja encontrado.” 

Para o especialista, os inúmeros vídeos e fotos relacionados sem nenhuma razão à criatura atrapalham e criam uma mistificação sobre a pesquisa séria. “Fraude sempre existe. Mas imagine alguém muito alto andando por quilómetros vestindo pés enormes somente para talvez enganar alguém. Isso é improvável”, afirma o biólogo e conservacionista britânico Ian Redmond, um dos maiores especialistas mundiais em primatas. Redmond participou de 3 expedições e fez 3 documentários sobre o Pé Grande, dois para o History Channel e um para o canal National Geographic. Enquanto produzia o material, diz que conheceu académicos respeitados que não falam suas opiniões sobre o assunto por medo de virarem piada. Segundo o britânico, cientistas iniciantes acabam optando por pesquisas mais tradicionais para não sofrerem o mesmo tipo de bullying e perderem suas garantias financeiras. “Coisas potencialmente fascinantes são sufocadas e se perdem neste caminho.” 

No momento, a equipa liderada por Meldrum recolhe amostras de fezes e fios de cabelo pelas matas do estado de Washington, na esperança de achar um vestígio de ADN do Pé Grande. A evolução de aparelhos tecnológicos e o surgimento de testes genéticos elaborados são a esperança desses investigadores. Mas o custo altíssimo das expedições é argumento para quem acha que financiar algo assim é atirar dinheiro para o lixo. Para Redmond, a exemplo dos vários primatas que temos descoberto, precisamos abrir a mente e não esquecer da máxima do Direito: a ausência de evidência não implica na evidência de ausência. 


LENDAS VIVAS | Confira os animais já encontrados por criptozoólogos e que podem ser a versão real de criaturas mitológicas


Bubo nipalensis 

Estudo mostra que a ave rara, descoberta em 1836, possui as características do “pássaro diabo”, mito de tribos no Sri Lanka. A penugem na cabeça lembra os chifres do monstro lendário.


Ocapi 

Mascote da extinta Sociedade Internacional de Criptozoologia, era considerado um mito até 1902, quando foi encontrado no Congo. É provavelmente o “unicórnio africano” citado nas lendas locais.


Lula-gigante 

Descrita na década de 1850, foi capturada viva só em 2006 por cientistas japoneses. Com potencial de chegar a 18 m de comprimento, o animal pode ser a origem do Kraken, monstro lendário nórdico que afundava barcos


quarta-feira, 19 de outubro de 2011

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Yétis vivem no mundo Inteiro


Uma análise do ADN dos descendentes do “Abominável Homem das Neves” trouxe uns resultados sensacionais comprovando sua proximidade genética com o Homo Sapiens. A notícia foi divulgada na conferência internacional “Teoria e Prática da Hominologia”, que está a decorrer pela primeira vez na Rússia.

Os investigadores analisaram o ADN de uns descendentes da famosa Zana, nome com que havia sido baptizada a fêmea Yéti apanhada no Cáucaso por uns montanheses da Abkházia no século XIX. Os resultados do estudo serão publicados num futuro imediato numa revista científica. Será um passo importante para o reconhecimento oficial da ciência que estuda o “Abominável Homem das Neves” – frisou na conferência Igor Burtsev, director do Centro Internacional de Hominologia, em Moscovo, e organizador desse evento. E prosseguiu:

Já há mais de quarenta anos que estudo o chamado “Abominável Homem das Neves”, tendo sido já recolhidos nesse período incontáveis materiais a comprovar a sua existência. Há mais de 50 anos que estão a ser activamente investigados por uns entusiastas. Entretanto, o estabelecimento científico não confia nestes dados, não os conhece nem deseja conhecer. Houve uns cientistas grandes que dedicaram muitos esforços ao estudo desse fenómeno, sempre provando que tal existe. O zoólogo francês Bernandr Heuvelmans, fundador da criprozoologia, investigou em 1968 o cadáver de um ente assim juntamente com o conhecido colega Ivan Sanderson. Pois, ambos chegaram à conclusão de que era um cadáver verdadeiro de Homem-de-Neanderthal morto por uma arma de fogo. Porém, mal apareceu aquela informação na imprensa, o cadáver desapareceu. Em 1997, foi exibido na França o cadáver congelado de um “Abominável Homem das Neves” real de 2 metros e 60 centímetros de estatura. Mas também desapareceu misteriosamente após uma série de publicações.

Os participantes da conferência, que juntou os mais renomados investigadores do fenómeno dos Estados Unidos, Canadá, China, Mongólia, Suécia, Espanha, Estónia e Rússia, trouxeram umas provas materiais descobertas durante expedições atrás de Yétis. Todo mundo está à espera com enorme interesse a comunicação científica a analisar a fala dos “Big Foots”, ou seja, “Pés Grandes”, como são os “Abomináveis Homens das Neves” chamados com frequência nos Estados Unidos. Essa comunicação será apresentada pelo investigador estadunidense Ronald Morehead, de São Francisco. Ainda em 1971, fora ele quem gravara pela primeira vez uns sons emitidos pelo “Big Foot”. Para dizer a verdade, seu aparelho fonador está organizado de uma forma diferente do dos homens contemporâneos; por isso, suas palavras soam de uma forma inusitada ao nosso ouvido.

Ronald Morehead convidou para a análise das gravações da voz dos “Big Foots” o criptolinguista militar Scot Nelson. Aquele especialista famoso na arte de identificar os sons produzidos, por exemplo, por submarinos confirmou oficialmente que os “Big Foots” possuem uma fala articulada. Mais uma prova de que os entes em análise são hominídeos, ou seja, antropóides, semelhantes aos homens contemporâneos – contou em entrevista à nossa emissora o próprio Ronald Morehead. E prosseguiu:

Estivemos a observar uns “Big Foots” durante vários anos e a gravar todos os fragmentos fónicos possíveis relacionados a eles. Essas gravações serão apresentadas na conferência. Após um estudo detalhado delas foi tirada uma conclusão dizendo que os “Big Foots” possuem uma certa sistemática em sua fala. Quer dizer, pode-se falar da existência de um idioma entre eles.

A conferência internacional sobre a problemática do “Abominável Homem das Neves” está a ser realizada de 6 a 8 do corrente na “Suíça Siberiana”, nome que se dá metaforicamente à região do Alto Choria, no Sul da província de Kemerovo. Depois do intercâmbio de informações científicas, os hominólogos presentes partirão numa expedição à caverna Azasskaia, atravessada pelo riacho Azas, onde dias atrás foi novamente encontrada uma pegada fresca deixada por umYéti no chão argiloso.


sábado, 17 de setembro de 2011

Campeão de boxe participa em expedição para encontrar Abominável Homem das Neves


Ex-campeão de boxe lidera expedição em região montanhosa

Um boxeador conhecido como "o gigante russo" está a tentar encontrar o abominável homem das neves na Sibéria, região leste da Rússia.

O russo Nikolai Valuev, que é o campeão mais alto e mais pesado da história do boxe, está a liderar uma expedição que tenta encontrar o "yeti", depois de diversos relatos de sua aparição nos últimos anos na região de Kemerovo.

O lendário yeti, também chamado de abominável homem das neves ou pé-grande, seria um humanóide de altura elevadíssima e peludo que viveria em regiões montanhosas remotas.

Em entrevista à BBC, Valuev disse que os relatos cativaram sua imaginação, mas admitiu que é improvável que a expedição encontre a criatura.

Aparições

Em 2009, caçadores na região de Kemerovo, no sudoeste da Sibéria, teriam visto o que descreveram como "criaturas humanóides peludas" perto da caverna de Azass, no Monte Shoriya.

Segundo a agência de notícias russas Ria Novosti, o relato dos caçadores, divulgado pela administração regional, foi ilustrado com uma foto que mostrava a pegada de uma criatura não identificada.

No entanto, diversos especialistas em publicidade disseram que os relatos provavelmente queriam atrair turistas para a região. Três meses depois, as agências de turismo haviam criado excursões para "a caverna do yeti".

As criaturas supostamente têm cerca de 1,82 metros, mas seriam pequenas se comparadas ao boxeador, que tem 2,13 metros de altura e pesa 146 quilos.

Apesar de ter gostado da história, Valuev diz acreditar que será difícil que a expedição faça contacto com algum homem das neves.

"Eu só ficarei lá por dois dias", disse o boxeador à BBC por telefone, do comboio da expedição.

"E eu acredito que milagres só acontecem no Natal. Duvido que o yeti vá correr pela estrada e receber o nosso caminhão de braços abertos. Mas eu avisarei se vir alguma coisa."

Um porta-voz da administração regional de Kemerovo disse que o boxeador não quer ferir a criatura, mas está ansioso para "falar com Yeti sobre a vida".

Valuev aposentou-se do boxe em 2009, depois de perder o título mundial dos pesos pesados para o britânico David Haye.

Conferência internacional

Esta não é a primeira expedição a procurar pelo homem da neves siberiano.

Diversos cientistas têm explorado a região de Kemerovo, procurando por pegadas e outros sinais de vida dos yetis.

Segundo o repórter da BBC em Moscovo, Steve Rosenberg, há planos para um Instituto Yeti e uma conferência internacional sobre o humanóide peludo.

fonte: BBC Brasil

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Britânico diz ter fotografado famoso monstro do lago Ness



Piscicultor britânico Jon Rowe , alega ter fotografado o famoso monstro do lago Ness

Ele apanhou a suposta criatura ao fotografar o arco-iris.´Minha reacção imediata foi: ´E o Nessie`, disse Jon Rowe.
O piscicultor britânico Jon Rowe, de 31 anos, alega ter fotografado o famoso monstro do lago Ness, na Escócia, segundo o jornal "Inverness Courier".

Rowe, que mora em Lewiston, disse que estava a trabalhar em sua propriedade quando decidiu tirar uma foto de um arco-íris.

No entanto, depois de rever a imagem, algo incomum chamou a atenção do piscicultor. "Minha reacção imediata foi: 'é o Nessie'", disse Rowe.

Adrian Shine, do Projecto Loch Ness baseado no Loch Ness Centre em Drumnadrochit, lançou o seu olhar de especialista na foto junto com seu colega Dick Raynor.

Ele acredita que uma possível explicação para a foto poderia ser de que eram dois mergulhões emergindo após um mergulho. "É uma foto interessante", disse Shine".

"Meu colega Dick é capitão na Urquhart Bay e na semana passada viu dois mergulhões pretos, que são bem grandes e têm o lado de baixo branco, que você pode ver na imagem", disse Shine.

fonte: G1

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