segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Estranho ser simiesco é visto em Salta, Argentina


Uma mulher identificada como Pascuala Alzogaray, que mora em El Divisadero em Rivadavia, no meio do Chaco Saltenho, cavalgou 25 quilómetros no meio da noite para pedir ajuda ao destacamento de polícia da pequena cidade de La Union. Ela afirma que todos da área estão assustados com a presença recorrente de um estranho humanóide peludo de grandes proporções.

Alzogaray garante te-lo visto e o descreve como uma espécie de gorila, cheio de pelos, que caminha sobre duas pernas e parece "um ser amaldiçoado."

"Temos de fazer alguma coisa, é o Ucumar" disse que no destacamento, localizado a 500 quilómetros a nordeste da capital provincial.

Pascuala Alzogaray, disse que ela e sua família viram o estranho ser e que por medo, decidiram deixar o local até que a polícia faça alguma coisa. 

"Todos em El Divisadero e áreas vizinhas estão com medo. Este Ucumar anda à noite, roubando animais de fazenda e fazendo barulhos. Quando vamos ver o que está acontecendo, ele salta nas copas das árvores grandes. É um monstro e tem que se fazer alguma coisa. Nós que vivemos e trabalhamos na área, crioulos e índios, estamos muito assustados ", disse a denunciante.

fonte: El Tribuno

sábado, 4 de agosto de 2012

Yetis estão migrando para Norte?


O verão siberiano tem registado este ano altas temperaturas sem precedentes e parece que tal está a fazer o Yeti (homem das neves) abandonar os lugares habituais na região de Kuzbass e migrar para norte.

Na última semana, foram avistados homens das neves não apenas na parte superior do rio Mras-Su, que corre ao sul da região de Kemerovo, mas também muito mais a norte, perto da caverna de Azasskaia, que os jornalistas já denominaram de "a casa do Yeti".

Acreditar ou não acreditar nas histórias sobre os encontros com homens das neves, cada um decide por si mesmo. 

De acordo com os pescadores da aldeia de taiga Toz, eles viram duas criaturas estranhas, altas e cobertas com cabelos grossos, que inicialmente confundiram com roupas escuras, na margem do rio Mras-Su, quando navegavam de barco. 

As criaturas estavam bebendo água e não responderam às saudações, por isso os pescadores perguntaram se tudo estava em ordem. Uma testemunha, Vitali Verchinin, relata o estranho encontro:

"Perguntamos: Precisam de ajuda? Mas eles começaram a correr na direção oposta após se levantarem nos membros traseiros – eram todos inteiramente cabeludos. Estavam se movendo empurrando com os membros dianteiros os arbustos. Pensamos: um urso, de qualquer maneira, não corre desse jeito, porque, correndo, se apoia em quatro patas. Estes correm como se fossem pessoas."

De acordo com cientistas, o calor poderia ter provocado a migração de homens das neves para o norte da sua caverna de Azasskaia. 

O diretor do Centro Internacional de Homologia em Moscovo, Igor Burtsev, estuda o Pé-Grande, como também é conhecido na América do Norte e Canadá, há quase meio século. 

Ele colabora com milhares de investigadores voluntários de todo o mundo, porque a Homologia não é reconhecida oficialmente como ciência. 

Os Pés-Grandes vivem em todo o mundo mas a maior população de toda a Rússia está concentrada nas Montanhas de Shoria, diz Igor Burtsev:

"Nós chegámos à conclusão que esta criatura é, em princípio, um ser humano, porque até sabe falar e comunicar com as pessoas. Este é o principal critério de seres humanos. Mas eles são uma espécie diferentes de nós. São criaturas perfeitamente adaptadas à natureza. Vivem em condições selvagens, levam uma vida praticamente como animais, não usam ferramentas, roupas e fogo, embora sejam bastante inteligentes. Eles têm a sua própria arma – as capacidades paranormais. É por isso que eles sobreviveram, mesmo em competição com o ser humano. Eles simplesmente saíram para outra dimensão – não do além, mas noturna e sempre têm fugido do ser humano para lugares remotos e pouco povoados."

Em outubro do ano passado, uma expedição internacional liderada por Burtsev, da qual faziam parte cientistas dos EUA, Canadá, Suécia, Estónia e Rússia, visitou a caverna de Azasskaia na região de Kuzbass. 

Eles não encontraram Yetis, mas no barro notaram uma pegada de 45 centímetros de uma criatura desconhecida, com cabelos colados. 

O estudo destes cabelos com o microscópio electrónico no Instituto Zoológico da Academia de Ciências em São Petersburgo confirmou que o Yeti de Kuzbass não é um mito. 

Seu cabelo era idêntico aos dos cabelos de homens das neves encontrados em diferentes partes do mundo: todos eles pertencem à mesma espécie. 

O geneticista Brian Sacks, professor do Wolfson College da Universidade de Oxford, pretende pôr fim às décadas de disputas sobre o Yeti e o seu parentesco com os seres humanos. 

Usando as tecnologias mais avançadas, ele já começou a pesquisar os restos dos habitantes misteriosos encontrados em lugares distantes. Em dezembro, o cientista planeia apresentar à comunidade mundial os resultados do seu trabalho.


Britânico diz ter feito foto que mostraria o monstro do Lago Ness


George Edwards 



Ele diz ter flagrado a criatura perto do castelo de Urquhart. Imagem mostra uma corcova misteriosa se ​​movendo na água.

O britânico George Edwards diz ter feito uma foto que comprovaria a existência do monstro do Lago Ness. 

Ele diz ter flagrado a criatura perto do castelo de Urquhart. A imagem mostra uma corcova misteriosa se ​​movendo na água em direção ao castelo. 

Segundo Edwards, o objeto permaneceu à vista entre cinco e dez minutos antes de afundar lentamente e não reaparecer, de acordo com reportagem do jornal inglês "Daily Telegraph".

fonte: G1

domingo, 29 de julho de 2012

Momo, o Monstro do Missouri


Há 40 anos, a pequena cidade de Louisiana no Missouri, Estados Unidos, se tornou o centro das atenções na busca por um animal misterioso. 

A primeira a testemunhar a criatura foi uma garota de 15 anos, Doris Harrison, e seus irmãos Terry de 8 anos, e Wally de 5, moradores de Marzolf Hill, que viram uma criatura de 2 metros de altura completamente coberta de pelo escuro com um cão morto sob seu braço. 

“Ele rosnava e tinha um cheio horrível”, disse Harrison que observou a criatura fugindo para as florestas do Missouri.

"Não era um homem e não era um urso", disse Doris Harrison Bliss, hoje com 55 anos. "Era uma coisa ..."

"Algo que você nunca tinha visto antes?"

"Exatamente!"

Relatos de encontros começaram a se acumular. Um homem alegou que foi perseguido por um animal grande e peludo, com olhos vermelhos. Crianças da escola disseram que o viram da janela da sala de aula. Duas mulheres que faziam um piquenique perto do rio disseram que o Momo perseguiu-as até seu Volkswagen, e em seguida tentou abrir a porta do carro.

Ellis Minor estava sentado na varanda de sua casa uma noite, quando seu cão começou a rosnar - houve muitos relatos de cães que agiam como loucos quando sentiam a presença do Momo, dado o seu gosto aparente pelos cães. 

Minor apontou uma lanterna e viu o animal no meio da estrada, a 6 metros dele. A coisa tinha o pelo "preto como o carvão" e correu para longe da luz. Minor nunca o viu novamente.

Algumas coisas estranhas apareceram, de acordo com relatos da imprensa da época: galhos de árvores sem folhas, buracos estranhos, tufos de pelo.

Uma série de outras pessoas na área relataram avistamentos do monstro, um agricultor relatou que seu cão havia desaparecido.

A notícia das aparições chegou a mídia, e equipas de reportagem e caçadores do pé-grande reuniram-se na pequena cidade de Louisiana com 3300 habitantes, a 129 quilómetros ao norte de Saint Louis. Logo as histórias de "Momo, o Monstro do Missouri" ganhavam as manchetes de todo o país.

Eventualmente, as coisas voltaram ao normal em Louisiana, embora tenha havido relatos ocasionais de outros avistamentos de Momo. A misteriosa criatura até hoje permanece um mistério.


quinta-feira, 19 de julho de 2012

Cadborosaurus, O "Loch Ness" do Alasca


Um vídeo de 2009, filmado no Alasca, mostra uma criatura misteriosa movendo-se através da superfície da água, descrita pelos observadores como tendo um longo pescoço e cabeça de cavalo com olhos relativamente grandes.

Loch Ness Monster Sighting 2012


O monstro do Loch Ness islandês


É a continuação de mais um mito. Um vídeo gravado a 2 de Fevereiro está a gerar dúvidas na Islândia: será que o movimento que se vê nas água do lago Lagarfljot é do lendário Lagarfljotsormurinn, a versão local do monstro do Loch Ness? 

À primeira vista, as imagens captadas por Hjortur Kjerulf dão a impressão de que uma cobra desliza pelas águas geladas do lago. Mas há quem diga que é apenas uma rede de pescador perdida ou uma brincadeira com um robô: Loren Coleman, que investigou o monstro que faz parte das lendas da Islândia desde 1345, é um dos que duvidam da veracidade das imagens. “A criatura parece robótica. O monstro islandês tem sido descrito como um animal pálido, com um pouco mais de 15 metros, um pescoço de e bigodes”, explicou o investigados ao The Huffington Post.

fonte: Sábado

Minhocuçu (e outras minhocas titânicas)


Seria Photoshop? Se você tem estômago, clique na imagem para uma galeria de imagens e a resposta.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


As imagens são reais? E a resposta, incrivelmente, é… tudo indica que sim.

O Minhocuçu (Rhinodrilus e Glossoscolex spp) no Brasil pode ultrapassar facilmente meio metro de tamanho e quase dois centímetros de diâmetro.

E não é de longe o oligoqueto (vulgo minhoca) recordista em tamanho.

A família Microchaetidae de minhocas que vivem na África do Sul é um grupo em que todas as espécies possuem mais de um metro de comprimento. E este não é um rumor criptozoológico: exemplares de tal comprimento foram devidamente registrados já há mais de um século.

E mesmo elas não são as campeãs. O título vai para a família Megascolecidae da Austrália. O recorde: 2,1 metros em 24 mm de diâmetro.

As minhocas nas imagens parecem ter até 1 metro de tamanho, plenamente compatíveis com as dimensões registadas para as espécies recordistas que comentamos. As imagens são provavelmente reais, e os biólogos de plantão que puderem dar mais detalhes e quem sabe mesmo identificar as espécies, por favor, enviem seus comentários!

Minhocas gigantes são inofensivas, mas talvez por sua simples aparência podem ter motivado todo tipo de boatos e lendas mesmo em locais onde não se encontram anelídeos avantajados.

A lenda mais curiosa não é exatamente de uma minhoca, mas de um verme, em particular, o Verme-da-Mongólia, de pouco mais de um metro de tamanho, capaz de lançar um jato de veneno ou disparar correntes eléctricas que matariam suas vítimas instantaneamente:


No Brasil também há a lenda do Minhocão, que poderia ser tanto uma minhoca, verme ou cobra gigante de até 25 metros. Como o Verme da Mongólia, são apenas lendas, e muito pouco plausíveis.

As minhocas de até dois metros que de facto existem já devem provocar o misto de repulsa e fascinação mas do que apropriado. Não fazem mal a ninguém, e algumas como o Minhocuçu servem tão bem como isca que andam em perigo.


sexta-feira, 6 de julho de 2012

O "Polvo Gigante" segundo Júlio Verne


“Olhei também e não consegui reprimir um movimento de repulsa. Diante dos meus olhos, agitava-se um monstro horrível, digno de figurar nas lendas teratológicas. Era um calamar de dimensões colossais, com oito metro de comprimento. Avançava às arrecuas com extrema velocidade em direcção ao Nautillus, que fixava com os seus enormes olhos verde-mar. Os seus oito braços, ou antes, os seus oito pés, implantados na cabeça, que valeram a estes animais o nome de cefalópodes, tinham um desenvolvimento duplo do corpo e contorciam-se como a cabeleira das Fúrias. Viam-se distintamente as duzentas e cinquenta ventosas dispostas na face interna dos tentáculos, sob a forma de cápsulas semiesféricas. Por vezes, as ventosas colavam-se ao vidro do painel. A boca do monstro, um bico córneo semelhante ao bico de um papagaio, abria-se e fechava-se verticalmente. A língua, substância córnea, armada com varias fiadas de dentes agudos, saía trémula daquela verdadeira guilhotina. Que fantasia da natureza! Um molusco com bico de ave! O corpo, fusiforme e bojudo no meio, formava uma massa carnuda que devia pesar vinte a vinte e cinco mil quilos.”


20.000 Léguas Submarinas, by Júlio Verne, adaptado


Por que existem tantas versões do Pé Grande?


Os EUA não são o única país com lendas de um grande macaco bípede rondando florestas misteriosas. Rússia, Austrália, Tibete e Canadá são apenas alguns dos países que têm suas próprias histórias e lendas sobre o Pé Grande.

Na Austrália, os aborígines contam histórias sobre um macaco hominídeo conhecido localmente como o Yowie. Na Rússia há contos do Yeti (ou Alma), que vive nos desertos frios da Sibéria, semelhante ao Yeti que é dito a viver nas montanhas do Himalaia.

Há realmente várias espécies diferentes de Pé Grande desconhecidos em várias partes do mundo? Se não, então como é que esses mitos se propagam tão longe e onde eles se originam?

Mais de um quarto dos americanos acreditam em Bigfoot. Eles afirmam que este macaco lendário seria um "parente perdido há muito tempo" dos humanos, no qual procura se manter escondido em áreas remotas da floresta.

Embora possa parecer estranho pensar que um mamífero de 7 metros de altura poderia passar despercebido por tanto tempo, a ideia é geralmente generalizada.

Embora ninguém saiba ao certo como as várias lendas se iniciaram, elas parecem ter surgido de forma independente em cada cultura ao invés de serem transmitida por viajantes ou por meio do comércio, disse Benjamin Radford, editor adjunto da revista Skeptical Inquirer e autor de três livros sobre mitos e mistérios.

A maioria dos mitos remontam muito mais do que os anos 1950, quando o explorador Eric Shipton fotografou o que ele considerou ser pegadas do "abominável homem das neves" no Monte Everest.

"Enquanto o famoso abominável homem das neves apresentava fotografias da neve … essa duvida levou o interesse a nível mundial sobre criatura, que não chegou a criar o animal, mas sim pela primeira vez oferecia evidências, uma tentadora proposta para explicar as lenda regionais", disse Radford.

Mas a existência de tantos mitos de "homens selvagens" não necessariamente contam como evidências de que realmente temos primos selvagens lá na floresta. Em vez disso, os mitos podem se derivar do mesmo aspecto da psique humana: o desejo e fascinação com um “outro”.

"A ideia de um selvagem, homem como criatura, co-existindo com nós, está além da nossa compreensão e é fortemente enraizada nas mitologias." disse Radford.

fonte: Arquivo UFO

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